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15 de mai. de 2011

[Y11P18] Depois de um 15 de maio... outro 15 de maio (só que histórico) - Parte 1

O dia 15 de maio de dois anos distintos foram extremos.


O de 2006 prefiro nem comentar, só quem mora no Estado de São Paulo sofreu a dor de perto...

Mas o de 2011, pelo menos pra quem mora aqui em Santos, teve um sabor de desabafo da nossa sociedade, que tão somente quer viver, e viver.

O sol nem havia aparecido (ainda) e já estava de pé, com aquela sensação de que poderia encarar uma chuva. E encarar, literalmente, porque estava saindo de casa rumo ao ponto de largada para os 10 KM Tribuna FM - promovido pela rádio local de mesmo nome. Como eu já caminho todo santo sábado da Santa Casa até o Aquário (nestes últimos sábados encurtei até a Fonte do Sapo, perto da minha faculdade), isso não é problema.

Me inscrevi no dia da abertura das inscrições, em março último. A partir daí não teria mais como fugir, mesmo com um certo desdém de algumas pessoas, incluindo até minha psicóloga. O jeito foi levar ainda mais a sério mesmo depois do final do verão.

A primeira foto mostra meu kit de guerra, que fui buscar na quadra da Universidade Lusíada:

Concentração na Pça. José Bonifácio:

 Em seguida, lá fui eu procurar a concentração dos caminhantes (sim, como "perdi minha virgindade" nesta competição, não poderia abusar, né?)
  
As nuvens insistiam em querer zicar a prova, mas Deus estava presente e só deixou a chuva para o instante momento em que teclo estas linhas - 8h20 da noite.

Enfim, eram 8h35 da manhã e foi dada a largada para este pelotão - salientando que cadeirantes, corredores amadores e os Marilsons e as Eunices da vida largaram bem antes, e naquele pique de atleta de elite.

Av. João Pessoa
Sede do Jornal A Tribuna e das rádios do mesmo grupo
Sim, o owner deste espaço precisava documentar a prova, né?
Entrada do Túnel Rubens Ferreira Martins
A partir do outro lado do Túnel, somente a partir do próximo post, pra não enjoar vocês.

Até daqui a pouco! 8)

9 de mai. de 2011

[Y11P17] - Mais presente... apesar de tudo

É f*** ter mais trabalhos que o Julius de "Everybody Hates Chris", né? E ainda contando com faculdade. Será que é a hora certa pra pedir uma nova cota de parafusos?

Sub-escritório, e embrião da Daileonware


E tudo isto porque há um vigente processo de reorganização pessoal, que envolve a reformulação do site da Daileonware, reforma no meu quarto (aliás, um sub-escritório, né?), meu esforço pra ir pro 4º Semestre da faculdade de Análise de Sistemas (obrigado, Fatec Rubens Lara, por deixar minha vida um caos só pra me graduar numa área bacana), cursos, cursos e mais cursos, sem falar em final de Campeonato Paulista (informação inútil pra alguns, verdade). Mas chega uma hora que preciso dar um tapa no conteúdo deste espaço, independente da minha pressão diária, da minha luta pra secar meu IMC.

Pra ser mais objetivo: agora estarei presente aqui ao menos 3 ou 4 vezes esta semana, ou com textos, ou com videos. Posso ter poucos seguidores aqui, mas quem me segue aqui espera que eu apresente conteúdo. E é assim que farei daqui pra frente. Reclamar, nem tanto. Já tenho Twitter pra isso. Mas se aparecer causos estranhos, ou qualquer coisa que eu tenha vontade de opinar, estarei aqui. E, dependendo do assunto, até faço o saudoso Luis Carlos Alborghetti baixar aqui, hehehe.

Aguardem novidades, quanto menos vocês esperarem.

Bj n'alma d'oceis!
Leandro Passos
Twitter e Facebook [:D]

19 de abr. de 2011

[Y11P16] - A arte de pegar técnicos de informática no pulo em 4 atos


Ato 1: "Alô, Leandro..."
Sábado, 16/04/2011, 11h40 da manhã.
Eu estava a 2 quadras de casa, voltando da Fatec, onde fiz a exaustiva prova de Orientação a Objeto. Tudo que eu queria naquela hora era "capotar de velotrol", como diz um seguidor meu no twitter, de tão exausto que eu estava - nem caminhei naquele dia, vou descontar no mega feriadão de Páscoa.
Quando eu passava pelo CT do Santos Futebol Clube meu celular velho de guerra toca (ao som de Give A Little More, do Maroon 5). Era o filho de uma conhecida do pessoal da minha rua, e cliente minha (informática) já a algum tempo. 
Problema relatado: "Não aparecia nada na tela". A princípio o PC ligava mas não subiam as informações da BIOS. Ok, levei o PC em casa. Lá, também não subia, foi aí que vi que a voltagem da fonte estava em 230V, sabendo que normalmente tem que conectar a CPU em um estabilizador, cuja saída default é de 110v. Maravilha, agora ligou, mas nada ainda de imagem. Então testei um processador (Intel Pentium Dual Core LGA 775, compatível com aquele PC) e funcionou. Logo depois coloquei os componentes originais de volta e funcionou. Levei de volta pra casa do jovem, liguei e pronto. Mas ao invés do XP que eu tinha instalado da última vez, estava lá o Windows 7 (quem que instalou o 7?). Ok, só que haviam 2 problemas: 1) Os pais deles estão acostumadíssimos com o Windows XP; 2) O computador tem somente 512 MB de memória, quando o recomendável é 2 GB para cima. Mostrei isso à mãe dele, que ficou revoltada com a situação. Mas isto não é nada perto do que viria a seguir.

Ato 2: O professor "desastrado"
Sábado, 16/04/2011, 12h05
Ele me revela que levou a CPU ao professor dele que dá aulas de manutenção de computadores (não sou eu, não tenho sequer tempo pra dar esse tipo de aula). Perguntei se ao menos ele salvou as coisas do trabalho dos pais. Resposta: Não
Nesta hora não pude conter meu lado inconformista e questionei - não o porque que levou a CPU a esse professor, já que sou eu que cuido deste PC e de tantos outros em Santos - a falta de uma política de backup de arquivos pessoais de clientes. Já ouvi relatos de gente que levou seus computadores a outros técnicos que formataram direto um HD sem se preocupar com dados dos clientes. Já imaginou se eles fazem formatação física (limpar 100% do HD) ao invés da formatação lógica (apenas limpar superficialmente o HD, ainda permitindo o uso de softwares de recuperação de arquivos deletados)? 
Não posso acreditar que haja gente que só quer apenas arrancar dinheiro de clientes e tá pouco ligando pra álbuns de fotos como se fosse problema do cliente. Ah, vá, quer dizer que vai culpar cliente porque este não sabe usar o Nero, Alcohol 120%, Ashampoo e afins? Por isso que tem tanta gente que abre loja de manutenção e fecha em pouco tempo pela pouca atenção a clientes. Claro que também existem alguns clientes que são um porre, mas é assunto para um post posterior.
Salientando que o "desastrado" do Ato 2 foi porque nem o jovem e nem o professor tiveram noção do que fizeram...

Ato 3: A bronca marota
Sábado, 16/04/2011, 12h15.
Beleza, só me restou retomar o caminho de casa com a CPU deles debaixo do braço - a casa deles fica na mesma calçada que a da minha. Não sem antes exercer aquele meu lado que diz que não devo passar a mão na cabeça de ninguém. Como ele já é um adolescente, tem que ter noção do que é certo e do que é errado. Mas deixei o trabalho mais pesado para os pais dele, já que não é este meu papel. Só me restou reinstalar o XP e os softwares mais clichês para um PC básico. Em 3 horas (alternadas entre a formatação do meu PC no mesmo sábado) o trabalho já estava concluído, mas optei por entregar no domingo à noite.
Nesse meio tempo me perguntei: PQP! Por que será que tem tanta gente que decepciona cliente desse jeito?

Ato Final: PC OK!
Domingo, 17/04/2011, 19h10 da noite.
Trabalho concluído, PC entregue. Só resta a eles tentar reorganizar a documentação das coisas da firma onde o pai desse jovem trabalha como motoboy. Creio que depois dessa o garoto pode nem terminar o curso de manutenção tamanho o tsunami causado por ele. Mas salientei que no começo eu também quebrei a cara e aprendi com meus erros. Ok, bola pra frente...

Sempre que puder colocarei aqui neste blog estes contos vividos por quem teve seu DNA modificado pra receber conhecimentos em tecnologia.

Beijos n'alma e até o próximo post!
Leandro Passos
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