Música boa é pra ser apreciada. E Stuart Adamson (guitarra/voz/compositor) faz falta no mundo da música.
Beijo na alma d'ocêis. :)
14 de set. de 2010
13 de set. de 2010
[#006] - Cuidado com seu candidato!
"Nas favelas, no Senado... sujeira pra todo lado. Ninguém respeita a Constituição, mas todos acreditam no futuro da nação." - Renato Russo.
A cada 4 anos muitos de nós, brasileiros, somos "obrigados" a realizar um ritual cujo resultado é uma bifurcação ardilosa: ou a gente leva nossa nação para frente, ou a gente "froid" tudo de uma vez.
Escolher quem representará nossos Estados e nossa nação virou para muitos um uni-duni-tê, onde parece que se vota em quem é boa pinta, ou é popular, ou é indicado pelo "próximo antecessor". Ou ainda, em quem chama mais a atenção. Caso de um comediante que se atreveu a se candidatar a Deputado Estadual pelo meu Estado (São Paulo) e está tirando a maior onda das funções de um Deputado Federal. Cara, o Brasil tem dezenas de milhões de pessoas que possuem pouca ou até nenhuma instrução e, logo, são presas fáceis de pessoas que prometem, sei lá, fundos, mundos e absurdos para subir ao poder.
Mesmo com o que descrevi no parágrafo anterior eu não condeno a candidatura desse sujeito, até porque o Brasil está de saco cheio de tanta sacanagem envolvendo políticos e assim abre-se espaço pra pessoas de esferas artísticas. A intenção delas é até boa, mas nem sempre podem ser a melhor opção. Como diz um professor de Administração na faculdade onde estudo, existem "pessoas e pessoas". Aí, vai de você saber quem é o melhor para seu Estado ou nação. Só não vale escolher errado pra daqui a 4 anos reclamar de quem você votou.
Até o presente momento não fiz e nem tampouco farei referência a algum partido político. Eu fiz uma escolha baseada no que descrevi acima e não me arrependo. Sou uma daquelas poucas pessoas que, por mais sujeira que a gente encontre na política brasileira, ainda se interessa pelo assunto. O fato de eu não ser filiado a partido algum me dá liberdade de escolher quem eu bem entender sem ter receio de intimidações. Sei o que é melhor pro Brasil. Mas somos quase 185 milhões de brasileiros, sendo 150 milhões de eleitores (eu acho). Quem a gente vai eleger para o Palácio do Planalto, ou para a Câmara dos Deputados em Brasília, nas Assembléias Legislativas Estaduais, e nas sedes do Governo de cada Estado tem que ser macho pra gerenciar problemas internos e externos.
Pense bem em quem você vai votar pra depois não "xingar muito no twitter" daqui a 4 anos...
Beijo na alma e até o próximo post!
Leandro Passos
A cada 4 anos muitos de nós, brasileiros, somos "obrigados" a realizar um ritual cujo resultado é uma bifurcação ardilosa: ou a gente leva nossa nação para frente, ou a gente "froid" tudo de uma vez.
Escolher quem representará nossos Estados e nossa nação virou para muitos um uni-duni-tê, onde parece que se vota em quem é boa pinta, ou é popular, ou é indicado pelo "próximo antecessor". Ou ainda, em quem chama mais a atenção. Caso de um comediante que se atreveu a se candidatar a Deputado Estadual pelo meu Estado (São Paulo) e está tirando a maior onda das funções de um Deputado Federal. Cara, o Brasil tem dezenas de milhões de pessoas que possuem pouca ou até nenhuma instrução e, logo, são presas fáceis de pessoas que prometem, sei lá, fundos, mundos e absurdos para subir ao poder.
Mesmo com o que descrevi no parágrafo anterior eu não condeno a candidatura desse sujeito, até porque o Brasil está de saco cheio de tanta sacanagem envolvendo políticos e assim abre-se espaço pra pessoas de esferas artísticas. A intenção delas é até boa, mas nem sempre podem ser a melhor opção. Como diz um professor de Administração na faculdade onde estudo, existem "pessoas e pessoas". Aí, vai de você saber quem é o melhor para seu Estado ou nação. Só não vale escolher errado pra daqui a 4 anos reclamar de quem você votou.
Até o presente momento não fiz e nem tampouco farei referência a algum partido político. Eu fiz uma escolha baseada no que descrevi acima e não me arrependo. Sou uma daquelas poucas pessoas que, por mais sujeira que a gente encontre na política brasileira, ainda se interessa pelo assunto. O fato de eu não ser filiado a partido algum me dá liberdade de escolher quem eu bem entender sem ter receio de intimidações. Sei o que é melhor pro Brasil. Mas somos quase 185 milhões de brasileiros, sendo 150 milhões de eleitores (eu acho). Quem a gente vai eleger para o Palácio do Planalto, ou para a Câmara dos Deputados em Brasília, nas Assembléias Legislativas Estaduais, e nas sedes do Governo de cada Estado tem que ser macho pra gerenciar problemas internos e externos.
Pense bem em quem você vai votar pra depois não "xingar muito no twitter" daqui a 4 anos...
Beijo na alma e até o próximo post!
Leandro Passos
11 de set. de 2010
[#005] Bom senso: passe adiante...
Definição de "Bom Senso" em http://pt.wikipedia.org/wiki/Bom_senso:
"Bom senso é um conceito usado na argumentação que é estritamente ligado às noções de Sabedoria e de Razoabilidade, e que define a capacidade média que uma pessoa possui, ou deveria possuir, de adequar regras e costumes à determinadas realidades, e assim poder fazer bons julgamentos e escolhas."
Querem um bom exemplo de como não saber usar o bom senso? Se sim, quer ler o que a gente deve evitar no nosso cotidiano, leia o próximo parágrafo; se não, vá até o penúltimo.
Voltava do apartamento de uma cliente na Ponta da Praia onde entreguei um desktop. Serviço bonitinho, grana a mais para minhas contas, tudo beleza, só precisava correr porque quando saí de lá faltavam 15 minutos para a aula de Ambiente Operacional (Assembler) na minha faculdade. Por sorte, o ônibus da Linha 4 estava passando, e desceria em frente à Fatec. Como o motorista arrancou com tudo tentei me segurar nas barras do coletivo. Mas era só o começo: do nada, uma moça nas cadeiras mais altas em cima da caixa de roda, perto da porta traseira, vai e liga pra alguém. Até aí, nada demais, não fosse um detalhe, nas palavras dela: "um cara me bateu com a mochila". Epa, epa, epa! O cara da mochila era eu e nem percebi o que aconteceu, se é que aconteceu, porque haviam mais passageiros que não me falaram nada, incluíndo um senhor que subiu no mesmo ônibus no mesmo ponto que eu. E ela poderia ter pelo menos chamado a minha atenção, reconheceria o erro, pediria desculpas, só que nem ela nem ninguém no ônibus me avisaram. Ah, lembra a frase que eu coloquei entre aspas logo acima? Bem, foi pegar o celular pra sair falando essa pérola. Ela errou 2 vezes: não foi falar comigo (foi com outra pessoa via celular) e ainda saiu xingando. Aí, sinto muito, mas ela perdeu totalmente a razão, preferiu gastar uns centavos pra xingar (tipo fã de Restart no twitter). Sendo assim, ela anulou qualquer chance de um entendimento e quem se queimou com isso foi ela mesma.
Poderia citar outros exemplos, mas não quero tomar mais tempo na sua leitura. Percebi que muitas pessoas ao se sentirem indignadas preferem a guerra à conciliação (por isso que este mundo é uma bomba-relógio ativa). Este assunto levou à outro, considerando o tipo de pessoa que a estressadinha descrita era, mas é assunto pra outro tópico.
Pequenas faíscas podem gerar uma crise sem precedentes entre 2 ou mais pessoas se não forem tratadas enquanto se pode tratar. Faíscas, me referindo a mal-entendidos. Quando uma pessoa é orgulhosa, mesmo que paguem psicólogo a ela, pode não reconhecer esse orgulho destrutivo. Aí, quem irá colher os frutos de palavras mal colocadas é essa pessoa.
Isto que descrevi é um misto de desabafo e conselho que fica a seu critério, se você quer seguir ou não. Enquanto isso, vou tomar meus cuidados aqui pra cenas como esta não se repetirem.
Beijo na alma e até o próximo post.
Leandro Passos
"Bom senso é um conceito usado na argumentação que é estritamente ligado às noções de Sabedoria e de Razoabilidade, e que define a capacidade média que uma pessoa possui, ou deveria possuir, de adequar regras e costumes à determinadas realidades, e assim poder fazer bons julgamentos e escolhas."
Querem um bom exemplo de como não saber usar o bom senso? Se sim, quer ler o que a gente deve evitar no nosso cotidiano, leia o próximo parágrafo; se não, vá até o penúltimo.
Voltava do apartamento de uma cliente na Ponta da Praia onde entreguei um desktop. Serviço bonitinho, grana a mais para minhas contas, tudo beleza, só precisava correr porque quando saí de lá faltavam 15 minutos para a aula de Ambiente Operacional (Assembler) na minha faculdade. Por sorte, o ônibus da Linha 4 estava passando, e desceria em frente à Fatec. Como o motorista arrancou com tudo tentei me segurar nas barras do coletivo. Mas era só o começo: do nada, uma moça nas cadeiras mais altas em cima da caixa de roda, perto da porta traseira, vai e liga pra alguém. Até aí, nada demais, não fosse um detalhe, nas palavras dela: "um cara me bateu com a mochila". Epa, epa, epa! O cara da mochila era eu e nem percebi o que aconteceu, se é que aconteceu, porque haviam mais passageiros que não me falaram nada, incluíndo um senhor que subiu no mesmo ônibus no mesmo ponto que eu. E ela poderia ter pelo menos chamado a minha atenção, reconheceria o erro, pediria desculpas, só que nem ela nem ninguém no ônibus me avisaram. Ah, lembra a frase que eu coloquei entre aspas logo acima? Bem, foi pegar o celular pra sair falando essa pérola. Ela errou 2 vezes: não foi falar comigo (foi com outra pessoa via celular) e ainda saiu xingando. Aí, sinto muito, mas ela perdeu totalmente a razão, preferiu gastar uns centavos pra xingar (tipo fã de Restart no twitter). Sendo assim, ela anulou qualquer chance de um entendimento e quem se queimou com isso foi ela mesma.
Poderia citar outros exemplos, mas não quero tomar mais tempo na sua leitura. Percebi que muitas pessoas ao se sentirem indignadas preferem a guerra à conciliação (por isso que este mundo é uma bomba-relógio ativa). Este assunto levou à outro, considerando o tipo de pessoa que a estressadinha descrita era, mas é assunto pra outro tópico.
Pequenas faíscas podem gerar uma crise sem precedentes entre 2 ou mais pessoas se não forem tratadas enquanto se pode tratar. Faíscas, me referindo a mal-entendidos. Quando uma pessoa é orgulhosa, mesmo que paguem psicólogo a ela, pode não reconhecer esse orgulho destrutivo. Aí, quem irá colher os frutos de palavras mal colocadas é essa pessoa.
Isto que descrevi é um misto de desabafo e conselho que fica a seu critério, se você quer seguir ou não. Enquanto isso, vou tomar meus cuidados aqui pra cenas como esta não se repetirem.
Beijo na alma e até o próximo post.
Leandro Passos
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