Passados exatos 368 dias da minha última postagem aqui, planejei quase de tudo - mudança de plataforma, layout novo, blablablá a mais... até que as coisas tomaram um rumo sem precedentes na minha vida.
Já posso explicar a razão da minha total falta de atenção a este espaço, a maior desde que eu o criei em agosto de 2010: último ano de faculdade!
Depois de tantos entraves que relacionei neste espaço até a data do post ligeiramente anterior a este, ainda superei outros que beiraram o limite do absurdo. Alguns eu escreverei nos próximos textos e outros nem valem a pena deixar o mundo inteiro saber. Mas consegui o que eu mais queria: terminar a faculdade e pensar no que quero fazer com o título de "Tecnólogo Em Análise e Desenvolvimento de Sistemas" (pretendo obter um Bacharel ou uma pós na área lá na frente).
Este é um texto para reabrir (ou tirar a poeira acumulada de 368 dias) este espaço, agora com a possibilidade de expandir para mais assuntos, separados por menus e anunciados conforme a necessidade.
Entretanto, mesmo com o layout mais "clean" do "Pensamentos Imediatos", avalio a possibilidade de colocá-lo em um processo de evolução constante. E isso implica, inclusive, em mudar a plataforma utilizada graças às limitações do Blogger. Até lá, os textos continuam a ser criados aqui no Blogger e todo o conteúdo deverá ser migrado assim que estiver tudo OK - afinal, agora estou mais livre para colocar em prática tudo aquilo que aprendi sobre criação de conteúdo.
É isso. Agora, nada de sumir de novo.
Keep a big smile! =)
Leandro Passos
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4 de fev. de 2013
2 de fev. de 2012
[Y12P05] Entre Perdoar E Perdoar
Trilha do post: "Love Theme From Blade Runner", by Vangelis.
Este é o 100º post aqui em "Pensamentos Imediatos". Leitores comemoram \o/
E a partir de hoje indico, no topo, uma música que serve de inspiração para cada texto. Ok, vamos lá.
Em um mundo que opera mais dinamicamente do que páginas em PHP + MySQL (minha área de desenvolvimento de websites), boa parte das pessoas - ao menos, das que eu conheço - têm um vício automático de achar que "nada está bom", "nada está do jeito que eu quero", "a outra pessoa é melhor do que eu em muitos aspectos". Isso, é se julgar separado dos outros. Aliás, é o que o ego diz em silêncio sem que a pessoa que pensa assim perceba.
Em época de provas na Fatec eu lancei mão de tudo que aprendi sobre EFT's e deixei qualquer temor partir. Deixar partir os temores também significa retomar seu estado natural de inteligência e reconhecer sua própria paz interior. Deixar partir as mágoas do passado é também perdoar. Perdoar para um ser humano nunca é uma "easy task". Nunca, se você tiver 1001 razões para não perdoar e apenas 1 para perdoar. O que é mais importante: se apegar nas 1001 razões para endurecer o coração ou abraçar aquela razão que pode te libertar verdadeiramente? Não tem nada a ver com religião porque nada do que escrevo tem cunho religioso. Apenas me pergunto por quê pessoas se deixam levar por medo, por traumas, por qualquer coisa que ativa o led vermelho do semáforo em suas vidas. Resumo: deixam a carga emocional falar mais alto.
Nem todos os brasileiros são adeptos de auto-ajuda. Aliás, já fui muito criticado por partilhar posts da Byron Katie no Facebook e nem por isso parei, até porque a história de vida dela é inspiradora para muitos de nós. Se eu tive um semestre tranquilo na minha faculdade mesmo com tantas lutas foi graças a ela e a outras tantas pessoas que, se não houver a oportunidade de conhecê-las pessoalmente, pelo menos serei eternamente grato a elas.
Como ainda sou um aprendiz no quesito bem-estar, não serão poucas as vezes que serei colocado à prova. Mas enquanto houver uma busca incessante pelo meu eu interior, sempre aparecerão novas técnicas e novas oportunidades para não me deixar levar por problemas e tocar a vida com alegria.
Que venha semestre novo...
Este é o 100º post aqui em "Pensamentos Imediatos". Leitores comemoram \o/
E a partir de hoje indico, no topo, uma música que serve de inspiração para cada texto. Ok, vamos lá.
Em um mundo que opera mais dinamicamente do que páginas em PHP + MySQL (minha área de desenvolvimento de websites), boa parte das pessoas - ao menos, das que eu conheço - têm um vício automático de achar que "nada está bom", "nada está do jeito que eu quero", "a outra pessoa é melhor do que eu em muitos aspectos". Isso, é se julgar separado dos outros. Aliás, é o que o ego diz em silêncio sem que a pessoa que pensa assim perceba.
Em época de provas na Fatec eu lancei mão de tudo que aprendi sobre EFT's e deixei qualquer temor partir. Deixar partir os temores também significa retomar seu estado natural de inteligência e reconhecer sua própria paz interior. Deixar partir as mágoas do passado é também perdoar. Perdoar para um ser humano nunca é uma "easy task". Nunca, se você tiver 1001 razões para não perdoar e apenas 1 para perdoar. O que é mais importante: se apegar nas 1001 razões para endurecer o coração ou abraçar aquela razão que pode te libertar verdadeiramente? Não tem nada a ver com religião porque nada do que escrevo tem cunho religioso. Apenas me pergunto por quê pessoas se deixam levar por medo, por traumas, por qualquer coisa que ativa o led vermelho do semáforo em suas vidas. Resumo: deixam a carga emocional falar mais alto.
Nem todos os brasileiros são adeptos de auto-ajuda. Aliás, já fui muito criticado por partilhar posts da Byron Katie no Facebook e nem por isso parei, até porque a história de vida dela é inspiradora para muitos de nós. Se eu tive um semestre tranquilo na minha faculdade mesmo com tantas lutas foi graças a ela e a outras tantas pessoas que, se não houver a oportunidade de conhecê-las pessoalmente, pelo menos serei eternamente grato a elas.
Como ainda sou um aprendiz no quesito bem-estar, não serão poucas as vezes que serei colocado à prova. Mas enquanto houver uma busca incessante pelo meu eu interior, sempre aparecerão novas técnicas e novas oportunidades para não me deixar levar por problemas e tocar a vida com alegria.
Que venha semestre novo...
Paz, Amor e Sorrisos! :)
23 de jan. de 2012
[Y12P04] Conteúdo Online: vantagem ou empecilho?
Janeiro de 2012 nem terminou e já pode ser considerado o mês mais tenso dos últimos 12 anos... ou não.
Tudo porque o Congresso Norte-americano tentou votar 2 leis que serviriam como uma caça às bruxas - neste caso, quem disponibiliza conteúdo ilegal na Internet. Citei no post anterior o SOPA e o PIPA, 2 projetos que poderiam também mexer profundamente com a liberdade de expressão na Internet, embora a alegação seria a de barrar conteúdo ilegal. O mais triste é que poderíamos ser vigiados até se colocarmos conteúdo legal. O presidente Barack Obama fez o favor de vetar essas leis do jeito que estavam, e espero que haja bom senso da parte de quem desenvolveu leis como estas, não pra eliminar de vez os projetos, mas para elaborar alternativas para divulgarem filmes e artistas sem prejuízo algum para eles.
Recentemente o Megaupload - servidor de arquivos online mais famoso do mundo - foi fechado com a alegação de violar direitos autorais e disponibilizar filmes, e seus criadores presos. Digo com todas as letras: não é assim que a pirataria vai acabar, porque poderão surgir outros 50 servidores iguais ao MU no mundo, sem falar outras formas de distribuição que os poderosos alegam serem ilegais. Definitivamente, existem coisas mais importantes a serem discutidas do que pegar quem coloca, por exemplo, qualquer suposto teaser do último filme da Saga Crepúsculo, que ainda nem foi lançado.
Não sou defensor da pirataria porque muitos precisam da sua parte no envolvimento na produção de um disco, ou de um filme, ou de um software. O problema está no quanto que a gente paga por isso - especialmente no Brasil, onde 60% do valor de um DVD compõe-se de impostos. CD nem se fala porque nem todo mundo pode pagar R$ 26,00 no último disco do Michel "Ai Se Eu Te Pego" Teló, por isso recorrem ao download por várias vias. Que tal se quem lida com cinema ou música pudesse explorar outras alternativas? Um exemplo clássico é o da banda Radiohead, que lançou inicialmente o álbum "In Rainbows" em 2007 no site deles, e cujo valor cobrado por faixa seria o quanto o consumidor - eventualmente fã da banda - quisesse pagar. No final o álbum digital foi um sucesso e o CD, lançado no mesmo ano, atingiu o topo das paradas, a despeito das antigas profecias que diziam que a banda teria um baite prejuízo - vendeu bem mais que o álbum anterior do grupo na época, "Hail To The Thief", o último do contrato que eles tinham com uma grande gravadora.
E um dos defensores da venda digital - e legal - de músicas era o saudoso Steve Jobs (1956-2011). Visionário como ele era, viu no iTunes mais que um player de música: se tornou uma plataforma para o download legal de músicas - tanto que até Roberto Carlos disponibilizou seus mais de 40 discos no iTunes quando este foi lançado no Brasil no final do ano passado, ele está lucrando com isso e seus fãs ficam com a consciência limpa. Um último exemplo que posso descrever aqui é o Netflix, um dos principais facilitadores de conteúdo legal na Internet. Por uma taxa mensal (aqui no Brasil, R$ 15,00), o usuário pode assistir a quantos filmes der na telha, e o valor é repassado para os responsáveis pelas produções. Há outros sites do gênero, tão populares e tão legais quanto o Netflix, sem que haja dor de cabeça para quem distribui, nem pra quem assiste.
São exemplos de como é possível sim o download legal de músicas e filmes, com boa vontade e excelentes idéias. Basta que os executivos não permaneçam agindo como homens das cavernas e se abram para novas possibilidades - até porque mais interessa o conteúdo do que a caixinha de um CD ou DVD. E, uma sugestão: boas músicas há séculos fora de catálogo bem que poderiam ter seu espaço legalmente, né? Não é porque brasileiro ouve mais Michel Teló, Paula Fernandes e Calypso que não tenho opções de buscar por Earth Wind & Fire, Led Zeppelin, Talking Heads e Duran Duran (sou suspeito pra falar destas duas últimas bandas).
Ah! E bora baixar o preço dos CD's, porque culpar quem faz download ilegal é fácil, né? Até os artistas serão gratos a todos nós. =)
Tudo porque o Congresso Norte-americano tentou votar 2 leis que serviriam como uma caça às bruxas - neste caso, quem disponibiliza conteúdo ilegal na Internet. Citei no post anterior o SOPA e o PIPA, 2 projetos que poderiam também mexer profundamente com a liberdade de expressão na Internet, embora a alegação seria a de barrar conteúdo ilegal. O mais triste é que poderíamos ser vigiados até se colocarmos conteúdo legal. O presidente Barack Obama fez o favor de vetar essas leis do jeito que estavam, e espero que haja bom senso da parte de quem desenvolveu leis como estas, não pra eliminar de vez os projetos, mas para elaborar alternativas para divulgarem filmes e artistas sem prejuízo algum para eles.
Recentemente o Megaupload - servidor de arquivos online mais famoso do mundo - foi fechado com a alegação de violar direitos autorais e disponibilizar filmes, e seus criadores presos. Digo com todas as letras: não é assim que a pirataria vai acabar, porque poderão surgir outros 50 servidores iguais ao MU no mundo, sem falar outras formas de distribuição que os poderosos alegam serem ilegais. Definitivamente, existem coisas mais importantes a serem discutidas do que pegar quem coloca, por exemplo, qualquer suposto teaser do último filme da Saga Crepúsculo, que ainda nem foi lançado.
Não sou defensor da pirataria porque muitos precisam da sua parte no envolvimento na produção de um disco, ou de um filme, ou de um software. O problema está no quanto que a gente paga por isso - especialmente no Brasil, onde 60% do valor de um DVD compõe-se de impostos. CD nem se fala porque nem todo mundo pode pagar R$ 26,00 no último disco do Michel "Ai Se Eu Te Pego" Teló, por isso recorrem ao download por várias vias. Que tal se quem lida com cinema ou música pudesse explorar outras alternativas? Um exemplo clássico é o da banda Radiohead, que lançou inicialmente o álbum "In Rainbows" em 2007 no site deles, e cujo valor cobrado por faixa seria o quanto o consumidor - eventualmente fã da banda - quisesse pagar. No final o álbum digital foi um sucesso e o CD, lançado no mesmo ano, atingiu o topo das paradas, a despeito das antigas profecias que diziam que a banda teria um baite prejuízo - vendeu bem mais que o álbum anterior do grupo na época, "Hail To The Thief", o último do contrato que eles tinham com uma grande gravadora.
E um dos defensores da venda digital - e legal - de músicas era o saudoso Steve Jobs (1956-2011). Visionário como ele era, viu no iTunes mais que um player de música: se tornou uma plataforma para o download legal de músicas - tanto que até Roberto Carlos disponibilizou seus mais de 40 discos no iTunes quando este foi lançado no Brasil no final do ano passado, ele está lucrando com isso e seus fãs ficam com a consciência limpa. Um último exemplo que posso descrever aqui é o Netflix, um dos principais facilitadores de conteúdo legal na Internet. Por uma taxa mensal (aqui no Brasil, R$ 15,00), o usuário pode assistir a quantos filmes der na telha, e o valor é repassado para os responsáveis pelas produções. Há outros sites do gênero, tão populares e tão legais quanto o Netflix, sem que haja dor de cabeça para quem distribui, nem pra quem assiste.
São exemplos de como é possível sim o download legal de músicas e filmes, com boa vontade e excelentes idéias. Basta que os executivos não permaneçam agindo como homens das cavernas e se abram para novas possibilidades - até porque mais interessa o conteúdo do que a caixinha de um CD ou DVD. E, uma sugestão: boas músicas há séculos fora de catálogo bem que poderiam ter seu espaço legalmente, né? Não é porque brasileiro ouve mais Michel Teló, Paula Fernandes e Calypso que não tenho opções de buscar por Earth Wind & Fire, Led Zeppelin, Talking Heads e Duran Duran (sou suspeito pra falar destas duas últimas bandas).
Ah! E bora baixar o preço dos CD's, porque culpar quem faz download ilegal é fácil, né? Até os artistas serão gratos a todos nós. =)
Paz, Amor e Sorrisos! :)
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